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Poema - Memórias de Algodão Doce

  • Foto do escritor: Alexandra Calado
    Alexandra Calado
  • 21 de jun.
  • 1 min de leitura
Açores (Portugal)
Açores (Portugal)

As memórias,

São como um algodão doce,

Uma nuvem de felicidade,

Onde navega a nossa mente,

Quando sente saudade.


Na Lagoa das Sete Cidades,

O tempo flutua no vazio da preciosidade,

Aqui não vive o passado,

Mas um futuro de possibilidades.

Na beleza e na magia da natureza,

Existe um roteiro não falado,

Arquitetado com destreza,

Ele não fala mas transmite certeza.


O Futuro,

Vive com a ânsia e o desejo,

De pisar o chão como quem quer voar,

Dar as mãos a um pássaro,

E abrir as asas para o mundo,

Ignorando as incomensuráveis nuvens de fumo,

Num mundo por vezes mudo,

Onde a coragem mora no fundo,

Do ser humano que quer tirar da vida,

Um significado profundo,

Sem respirar por um segundo.


O futuro está na pegada,

Na terra e no céu,

Onde concedemos os átomos do nosso ser,

A nossa voz e o silêncio,

Sem medo de perder.

Pois algures nesse lugar,

Vivem as partículas das memórias,

Que desejamos enaltecer.

Aquelas que viram glórias,

Como um livro a não perder,

Algures, por entre,

As nossas trajetórias, reside,

O sabor do algodão doce,

Das nossas singelas memórias.




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Sobre mim

20220914_133546.jpg

Apaixonada pelo mundo, pela vida, poesia e fotografia.

 

Autora dos livros de poesia:

Jardim da Minha Alma publicado pela PoesiaFãClube e Rota das Andorinhas.

 

© 2023 por Alexandra Calado. 

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